VOCÊ AO QUADRADO

NOSSAS ORIGENS

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É a terceira filha de Atanásio e Juventina. Nascida em 30 de outubro de 1954 na cidade de Joinville – Santa Catarina – Brasil. Casou-se com Nilson Silva em 31 de janeiro de 1976. Seu nome passou a ser Anita Borba Silva. Os dois tiveram 4 filhos (Jaime Marlon, Leandro Kefas, Jeanine e Claudine). Nilson veio a falecer em 26 de julho de 1986.  Anita formou-se em Licenciatura de História, mais tarde fez a sua segunda faculdade: Licenciatura em Ciência da Religião, e também fez pós graduação em Metodologia do Ensino de História pelo IBPEX. É professora do ensino médio na cidade de Joinville. Suas irmãs a chama de Hany. Reside atualmente em Joinville – Santa Catarina – Brasil

Segunda filha de Atanásio e Juventina. Nascida no dia 29 de dezembro de 1952 na cidade de Joinville – Santa Catarina – Brasil. Casou-se com Leovegildo de Assis Pereira no dia 29 de janeiro de 1972. Acrescentou o sobrenome de seu marido e passou a se chamar Cecília de Borba Pereira. Tiveram três filhos (Alexandre, Patrícia Regina e Silvana). Exerce o ofício de costureira, fazendo costuras em sua casa. Seu apelido é Ciça. Reside em Joinville – Santa Catarina – Brasil com seu marido.

Primeira filha de Atanásio e Juventina. Nascida em 28 de novembro de 1951 na cidade de Jaraguá do Sul – Santa Catarina – Brasil. Casou-se com Marco Antônio Medeiros Rapouso em 24 de junho de 1971. Após o casamento acrescentou Rapouso em seu nome que se tornou Célia de Borba Rapouso. Os dois tiveram 4 filhos todos homens (Marco Antônio, Eugênio Cezar, Ricardo Luiz e Fernando Augusto). Mais tarde tornou-se cabelereira, abrindo seu próprio salão (Célia R. Salão de Beleza). Atualmente reside em Joinville – Santa Catarina – Brasil com seu marido e o filho mais novo.

Filha de Guarino de Oliveira Franco e Jorgina Soares Franco. Nascida em 28 de agosto de 1926 em Guaramirim – Santa Catarina – Brasil.  Casou-se com Atanásio João de Borba em 06 de janeiro de 1951 quando acrescentou em seu nome o Borba tornando-se Juventina Franco de Borba. Os dois tiveram 6 filhos (1 homem e 5 mulheres) Célia, Cecília, Anita, Míriam, Jaime e Márcia. Não tinha profissão, o que fazia com que fosse considerada “do lar”. Trabalhou durante um período como ajudante de cozinha em um hotel na cidade de Joinville (Hotel Jaraguá). Aliás, ela estudou apenas três meses o que nunca a impediu de ler um livro de receitas de crochet.  Durante toda sua vida fez trabalhos em crochet sob encomenda, o que contribuiu sobremaneira para o sustento da casa. Morreu em 15 de maio de 2000, dia seguinte ao dia das mães, de consequências ocasionadas por um AVC sofrido cerca de 5 anos antes e que deixou fortes sequelas. Era conhecida como Dona Nega, as filhas costumavam chamá-la carinhosamente de Dona Juva e os netos de Vó Neguinha. Após sua morte seus netos começaram a separar a família em duas categorias: as FDN (filhas da Dona Nega) e os NDN (netos da Dona Nega), tal a importância que ela teve para a união e desenvolvimento da família e suas futuras gerações.

CPF juventina

identidade Juventina 11.09.1991

título eleitor Juventina 18.09.1986

Filho de João Silvano de Borba e Margarida Maria de Borba. Nascido em 14 de abril de 1924 em Barra Velha – Santa Catarina – Brasil.  Casou-se com Juventina Franco em 06 de janeiro de 1951. Os dois tiveram seis filhos ( 5 mulheres e 1 homem), são eles: Célia, Cecília, Anita, Míriam, Jaime e Márcia. Sua profissão era Moldador Manual. Trabalhou na indústria de fundição em durante toda a sua vida. Em suas horas vagas costumava arrumar bicicletas o que o tornou bastante conhecido na região onde morou boa parte de seus dias: uma casa de madeira situada a Rua Dona Cezarina, no Bairro Santa Catarina (até hoje conhecido como Km 4) na região sul de Joinville – Santa Catarina – Brasil. Morreu em 28 de outubro de 1982 em consequência de complicações da diabetes.carteira trabalho Atanásio 1978certidão óbito Atanásio 03/11/1982título eleitor atanásio 26/06/1965

Atanásio com amigos na cidade de Iguape em 06 agosto de 1953

Nessa categoria incluirei toda árvore genealógica conhecida da nossa família. Desde que comecei a registrar as informações, tenho incluído nos registros todos os que nascem ou morrem. Comecei a busca apenas dos meus pais em diante o que chamo de 1a geração. O motivo é muito simples: nossa família nunca teve contato com nossos parentes ancestrais e buscar esses dados implicaria numa pesquisa maior e mais complexa. Caso alguém tenha dados sobre outros parentes que possam ser incluídos aqui, deixe seu recado para que possamos aumentar os dados e expandir os registros.

Quando construímos uma casa, não fazemos apenas uma construção mas sim edificamos um lar. Olha só que expressão usei: edificamos um lar. É porque é sério assim: edificar um lar.

Só que não costumamos acreditar quando as pessoas nos dizem da dificuldade que é fazer essa tarefa. Vem as decisões a tomar, o dinheiro a gastar, as divergências de opiniões entre as pessoas envolvidas. Isso não envolve apenas marido e mulher (deveria já que são os dois que vão morar ali). Envolve marido, mulher, engenheiro, arquiteto, filhos, pedreiro e até os parentes e vizinhos veem dizer o que está errado e como deveria ser feito. Cada um desses tem uma opinião totalmente diferente que é a única correta para construir.

Finalmente a casa está pronta, você deve começar a colocar os móveis dentro dela. Começa o segundo calvário: o marido quer uma coisa, a mulher quer outra, o arquiteto quer outra, os filhos querem outra. Se um dos filhos é arquiteto então…. aí sim é pior ainda porque além de querer dar palpite como filho acha que os pais tem a obrigação de fazer o que eles querem e mais ainda: de esperar sua boa vontade em fazer o projeto quando ele tiver tempo.

Quando quem vai pagar a conta não é quem está cuidando da obra tem mais um problema: essa pessoa acha que qualquer valor gasto é demais e que todo o custo é alto demais para seu bolso. Que está sendo usurpado em suas finanças.

Alguém me diga: essa situação é clássica ou será que é isolada?

Neste dia 09 de Março, Joinville faz aniversário. PARABÉNS JOINVILLE!!! Estava ouvindo o Cacá Martan no rádio dar os parabéns pra cidade e desejo parabenizá-lo pelo que falou. Costumo pensar e agir do mesmo jeito! É muito comum encontrarmos pessoas criticando a cidade mas poucas elogiando-a. Ouço vários tipos de críticas, das mais absurdas a algumas em que a pessoa tem razão. Porém, vejo que a maior parte das pessoas que criticam, são pessoas que vieram de fora da cidade. Sendo assim, algumas considerações a respeito: se a pessoa veio de outra cidade, certamente veio para ter uma oportunidade melhor aqui, o que já é um atrativo grande para gostar da cidade então deve tentar se adaptar. Caso não consiga, deve voltar pra sua cidade natal ou ir para um lugar onde se sinta bem, é triste viver num lugar sem gostar dele. Ouço também muitos comentários dizendo que as pessoas aqui em Joinville são muito fechadas porém não há como ser receptivo com pessoas que criticam o seu modo de vida. Então, acredito que as pessoas se afastam para não serem grosseiras. Como Joinville é uma terra de imigrantes, tenho a impressão que as pessoas que vêem de outras localidades é que são fechadas pois aqui em Joinville sempre temos um lugar para quem busca um novo horizonte, um reinício em sua vida. Então a todos que encontraram aqui em Joinville um lugar melhor, que amam essa terra, que querem fazer desta cidade um mundo melhor, sintam-se parabenizadas por mais um lindo ano nesta jovem cidade.

Até hoje a compra mais difícil que procurei fazer via internet foi a de um tapete. Normalmente eu acabo desistindo por um simples motivo: não consigo ordenar a busca por tamanho do tapete. Encontrei classificações por coleção, fabricante, linha de produtos, preço, etc. Mas quando eu busco um tapete para minha casa, busco para um lugar determinado e este lugar tem tamanho então preciso buscar o tamanho ideal antes de padronagem ou marca do produto. Espero ainda achar meu tapete!

Janeiro é um mês estranho. É totalmente contrário de dezembro o que deixa a gente meio perdido. Dezembro é o mês com maior acúmulo de coisas a fazer. Janeiro é o mês com menor acúmulo de coisas a fazer. Ficamos como cachorros que caíram da mudança, completamente perdidos, sem saber o que tem de ser feito, o ritmo que podemos empregar nos trabalhos a serem realizados. Não existe todos aqueles compromissos sociais, festas de encerramento de ano, presentes. Acho que muitas das festas e compromissos poderiam ser transferidos para janeiro. Por exemplo: na empresa poderíamos, ao invés de comemorar o ano que acabou, comemorar o ano que está chegando com amigo secreto e troca de presentes e coisa e tal. Assim dividiríamos melhor os compromissos durante o ano.Mas acreditamos que se não pode ser feito em dezembro, janeiro é muito tarde pra fazer! Janeiro é um mês de adaptação ao novo ano que se inicia. Definitivamente é um mês estranho!

Ho, Ho, Ho

Feliz Natal a todos e que 2010 seja o melhor ano que todos já viveram em suas vidas.

Acredito que cada ano sempre deve ser melhor que o anterior e com 2010 não será diferente.

Eu acredito que a melhor decoração da casa é no natal porque a gente tem direito de ser brega, cafona, não importa: todos vão elogiar nos mínimos detalhes. Decorar a casa ou o local de trabalho para o natal faz de você uma pessoa melhor, mais humana e ajuda nas relações interpessoais. A decoração de natal é a parte boa do final de ano.

A parte não muito agradável é o excesso de compromissos que vem junto com a comemoração de final de ano. Parece que tudo que deixou de ser feito durante o ano deve, necessariamente, ser feito no mês de dezembro. Isso deixa o mês cansativo e você deixa de apreciar os pequenos detalhes da vida.

Porém quando começa janeiro as esperanças se renovam pois o mundo não acabou, a lista de resoluções para o novo ano já foi feita, as intermináveis obrigações acabaram e podemos nos dedicar a trabalhar nas resoluções para que neste ano a gente consiga realizar mais coisas com antecedência e deixar dezembro com poucos compromissos acumulados.

já viram que quebrar e consertar não tem fim? Todos os dias acordo e tem sempre algo novo a consertar. Um dia é uma lâmpada que queima, outro dia é uma tomada que estraga, outro dia é um aparelho elétrico, e assim vai. Parece uma história sem fim.

Ontem foi o alarme que estava com um circuito estragado e o técnico veio aqui em casa consertar. Hoje é a máquina de lavar roupas que não gira a carambola.

O pior é que estamos vivendo em um mundo consumista onde os produtos são feitos para serem trocados em um espaço de tempo pequeno então são frágeis e isso nos faz perder muito tempo na reposição e conserto dos mesmos.

Tem noção de quanto tempo desperdiçamos na busca de peças de reposição, ligações para técnicos, ou na compra de produtos para substituir o que já temos? poderíamos estar fazendo coisas interessantes nesse tempo, como ler um livro, ir ao cinema, dançar, abraçar alguém que amamos, deitar na grama e ver as estrelas…..